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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Desculpe! (Conto)

Oi pessoal! Esse foi o primeiro conto que escrevi, então não é tão bom. Mas espero que gostem. Boa leitura!

Desculpe!

Mais uma terça-feira se inicia, todos na sala de aula com a mesma cara de sono. O primeiro horário passa arrastado, o relógio parecia não andar. Logo, a próxima professora entra, com uma garota logo atrás dela.

Descobrimos que ela é a nova estagiária, que cursa Letras aqui na cidade. A maioria dos alunos estranhou sua aparência, roupas escuras e um olhar enigmático. Não entendo por que nós, humanos, sempre julgamos as pessoas assim, apenas por sua aparência, sem saber como elas são de verdade.

Após passar quase todos os horários, recebemos a visita da nossa coordenadora.

- Hoje recebemos a notícia de que o celular da colega de vocês sumiu. Desapareceu da mochila dela.

Os próximos dias de aula foram turbulentos, cheios de tarefas e investigações. O celular não fora encontrado. Pude até ver os pais de nossa amiga na sala da orientadora. O maior problema era o valor altíssimo do aparelho.

Durante o recreio, alguns olhares, inclusive o meu, foram atraídos para a estagiária gótica e o celular em suas mãos. Um modelo idêntico ao que havia desaparecido. Os minutos que se sucederam passaram como o relógio na terça-feira, de uma maneira mais lenta e mórbida.

A dona do celular parecia ter encontrado o “ladrão”. E a aparência da provável culpada piorou tudo, com aquele ar sombrio e cruel. Mais uma vez, por que julgamos assim?

Só sei que na outra semana os fatos foram esclarecidos, tudo não passou de uma mal-entendido, a estagiária não havia roubado nada. Um mal-entendido que custou o estágio de uma garota inocente, pois ela não voltou na semana seguinte, nem nas outras.

Sabe o celular? Ele resolveu que aparecer do nada, meses depois, seria interessante. E ainda tinha um bilhete, e nele estava escrito um simples “Desculpe!” e uma carinha sorrindo. Um sorriso, um bilhete, que me fez questionar novamente o porquê de sermos assim.

Esse foi o texto de hoje, beijo gente! (Desculpa qualquer errinho).


quarta-feira, 22 de junho de 2016

Tempos de se querer (Poema do Fespomar)

Tempos de luz e trevas
Tempos de ódio e amor
Tempos de paz e guerra
Tempos de saúde e dor

Uma época para pensar
Para sentir de tudo um pouco
Uma época para chorar
Para sorrir feito louco

A Terra clama por socorro
As pessoas clamam pela vida
Mas nada disso é possível
Sem tocar naquela mesma ferida

Consciência nós temos
O que falta mesmo é agir
O que falta é ajudar ao próximo
Os seus próprios erros corrigir

Acredito no destino
E em como ele será
Pode ser doce como o açúcar
Ou pode ser azedo como o maracujá

Posso estar errada
Mas também posso estar correta
Devemos melhorar o mundo
Sempre da maneira certa

Acho que vocês entenderam
O que eu queria dizer
Na verdade estamos vivendo
O tempo de se querer

Querer ser o melhor
Querer ser mais feliz
Querer ser mais bondoso
Querer ser o que a gente sempre quis



sábado, 18 de junho de 2016

Fespomar

Hi pipous! Estou amando escrever pra vocês. Bem, na verdade pra mim mesma eu acho. Porque acredito que ninguém chegou a ler meu blog ainda. Isso não importa tanto, pois um dia alguém vai ler, vai gostar ou odiar, vai se emocionar ou deixar pra lá.

O texto que postei ontem foi algo que surgiu do nada. Eu estava aqui na internet, respondendo um teste vocacional e a ideia me surgiu na cabeça. Tenho essa facilidade, qualquer coisa vira um texto. Estranho, né? 

Também tenho uma novidade pra contar. Meus pais querem que eu participe de uma espécie de competição, o Fespomar. É um evento da minha cidade. No ano passado, não pude participar, então uma menina leu um poema que escrevi na aula de Português (também no ano passado). Não sei se ela conseguiu passar o que pus no papel para o público, mas sei que esse ano darei o meu melhor.

Beijinhos e até o próximo verso! <3

Ju Reis         
  

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Um sonho, três palavras

Um dia, parei pra pensar. Tenho quase 13 anos, tenho amigos e uma família que eu amo, e acredito que esse amor é recíproco. Mas não sei o quero fazer da minha vida. Já quis ser paleontóloga, bióloga, escritora, estilista e até chefe de cozinha. De uns tempos pra cá, vejo que mesmo amando todas essas coisas que eu falei (principalmente comida), não consigo me ver seguindo uma dessas profissões.

Tenho desenvolvido um estranho gosto pela natureza, quero cuidar dela, quero cuidar do mundo. Antes eu já não gostava de todo esse desrespeito que temos para com o meio ambiente, mas agora isso é algo como... como uma doença que um médico precisa cuidar, entendem? Esse médico sou eu.

E isso está me matando por dentro, pois o que eu amo é escrever, é me expressar através de palavras. Mas eu quero tornar o mundo melhor. Será que devo unir as duas coisas? Será que devo abandonar um sonho e seguir o outro? Acho que na verdade, isso tudo não passa de um só sonho e três palavras: fazer a diferença.

Jú Reis          

domingo, 5 de junho de 2016

Oi, oi gente!

Com esse título de frase da Kéfera, começo a me apresentar pra vocês. Me chamem de Ju por enquanto. Tenho 12 anos, faço 13 dia 9 do mês que vem. Sou uma pessoa confusa e que ama ler. É tanto livro que eu fico mais confusa ainda.

Mas a minha paixão mesmo é escrever. E foi por isso que criei esse blog. Quero mostrar os meus textos, poemas e histórias ao mundo. Inclusive, eu tenho até um livro.

No meu perfil do Google vocês podem encontrar minhas redes sociais e o site onde publico meu livro. Foi só isso pessoal! Até o próximo verso!


Bjinhos! <3

P.S: Clique aqui para ver meu perfil do Google!